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The Bangles

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07 de setembro, feriado, um ótimo dia para estrear aqui no Só Para Meninas. Bem, eu acho que seja. Enfim, vamos as apresentações: no papel me chamo Bruna, mas por escolha me chamo Eve Fowl na internet, pseudônimo adotado há 2 anos quando grande parte da minha vida mudou, já cheguei a escrever em 6 lugares de uma vez, agora só fiquei em 3 (Sake com Sal, Girl’s Hot n’ Cold e agora aqui).

Gosto de quase tudo um pouco: música, literatura, cinema, escrever, comer, namorar e até de chorar as vezes. Não entendo muito de moda, aliás, quase nada. Então aqui não falarei de moda, mas sim de música, cinema, literatura e coisas para inspirar vocês. Tudo com bom gosto e talvez com humor, não prometo nada muito grande. Porque a vida já é grande e estou aqui só para resenhá-la.

Deixando de papo furado (se quiserem depois bato mais papos assim), vamos ao que interessa: The Bangles.

The Bangles surgiu na década de 80, inspirada pela formação da The Go-go’s algum tempo antes. É uma banda de rock composta só por mulheres, surgida numa época em que bandas de mulheres e que ainda tocavam rock não eram nada comuns. Durante sua história passou por algumas formações, até que chegou a formação atual com Susanna Hoffs, Vicki Peterson e Debbi Peterson.


Suas músicas são de um rock rápido e animado, com uma ou outra música puxando para o lado folk-pop, que não desmerece a discografia da banda, pelo contrário, acrescenta diversidade e faz com que suas músicas sejam ainda mais apaixonantes. E apesar de comporem a maior parte de suas canções, as garotas contaram também com grandes participações, como por exemplo Prince que compôs Manic Monday, que se tornou um grande sucesso do músico, e Doll Revolution, escrita por Elvis Cotello e que se tornou a faixa titulo do álbum da turnê de retorno da banda em 2001 e 2002.


Sou muito suspeita para falar dessa banda, já que me apaixonei perdidamente por suas músicas, principalmente pelo hit mais conhecido dela, Eternal Flame, que em algum momento da vida todas as mulheres já ouviram e sentiram vontade de chorar. É engraçado que suas músicas servem para todos os momentos, desde aqueles em que se está irritada por causa da TPM, triste por causa da saudade de quem se gosta, alegre porque algo deu certo, ou quando se está no trânsito querendo chegar logo a algum lugar.


Enquanto que Manic Monday é ótima para espantar a preguiça em plena segunda, Walk Like an Egyptian faz querer dançar como se não houvesse amanhã, Eternal Flame é uma das melhores declarações de amor e cumplicidade, Following é do tipo depressão leve e amor platônico e If She Knew What She Want é a descrição perfeita de todas as mulheres e suas questões existenciais. 


Outra coisa que se pode dizer dessa banda é a transformação de visual que sofreram nestes anos. É comum escutar que o tempo não faz bem a ninguém, mas para elas, o tempo foi muito benéfico. É só ver como elas eram quando começaram…



… E como estão agora.

 Lindas, não?


E sem mais enrolação, fiquem com uma pequena seleção de minhas músicas preferidas do grupo.




Se quiserem conhecer mais da banda, mas sem se arriscar a baixar toda a discografia dela, recomendo o Greatest Hits, que contém a seleção das melhores composições. E aqui fica a dica de uma banda antiga, que se reinventou, e está mais forte do que nunca.

Até a próxima quarta.
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evefowl@hotmail.com

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